segunda-feira, 26 de novembro de 2012

FORMOL: Sua saúde está em risco



Em 2006 uma febre se alastrou pelo país: a escova progressiva à base de formol. Com a promessa de deixar os fios lisos e brilhantes, conquistou cabeleireiros e mulheres ansiosas por domar os cachos. Assim que a moda apareceu, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) se apressou a soltar o alerta: o ativo é cancerígeno e faz mal à saúde. Apesar de proibida, a substância ainda é adotada. Segundo a Anvisa, o uso do formol fez triplicar as queixas pós alisamentos a partir de 2009.

O governo americano definiu a substância formaldeído (base do formol), usada em alguns produtos para alisamento de cabelos, esmalte para unhas, perfumes e placas de madeira, como causadora de câncer. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já classifica a substância como agente cancerígeno desde 2004. O relatório de 2011 apontou riscos maiores às pessoas em contato frequente com o formaldeído e o estireno, como funcionários de salões de beleza e de indústrias de manufaturas de plástico, do que aos usuários finais desses produtos. Porém, recomendou aos consumidores americanos a diminuição da exposição a essas substâncias e lhes sugeriu observar a presença de formaldeído em suas fórmulas antes de comprar e usar um produto.

 

Algumas empresas de cosméticos também encabeçaram campanhas de conscientização para os perigos da substância. Mas, mesmo com tanta informação, alguns profissionais continuam aplicando o produto. O Ministério da Saúde acaba de baixar uma resolução – a RDC 36, de 17 de junho de 2009 – proibindo sua comercialização em drogarias, farmácias, supermercados, empórios, lojas de conveniência e drugstores. O objetivo é coibir a utilização indevida do formaldeído. Por conta da interdição, há quem tente burlar a lei apelando para o glutaraldeído, um desinfetante hospitalar quimicamente semelhante ao formol. “Mas ele também é expressamente proibido”, diz Érica França, especialista em cosméticos da Anvisa. “Pudera, é dez vezes mais perigoso do que o formol”, esclarece a médica Maria Fernanda Gavazzoni, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, regional do Rio de Janeiro. Segundo a Anvisa, as notificações de danos causados por fórmulas para alisamento capilar triplicaram no primeiro semestre de 2009 em comparação com todo o ano de 2008. E, na maioria dos casos, há suspeita do uso de formol.


“O formol não é um alisante, mas sim um conservante que, potencializado pelo brushing e pela chapinha, confere o efeito liso”. A Dra. Maria Fernanda Gavazzoni assina embaixo e faz uma comparação: “O produto encapa os fios como a calda grossa e endurecida que envolve a maçã do amor. Por fora, fica aquele brilho, dá a impressão de que o cabelo está hidratado. Mas, ao contrário, a fibra perde toda a água”.

E não só isso: “A química remove proteínas essenciais à saúde das madeixas”, alerta. Alberto Keidi, farmacêutico-bioquímico e consultor da Protocolo Consultoria e Personal Health Care, em São Paulo. “O cabelo fica rígido e tão fragilizado que o simples pentear rompe a fibra capilar. O resultado é alopecia* temporária ou permanente”, conclui o especialista.

Alopécia ou Alopecia é a redução parcial ou total de pelos ou cabelos em uma determinada área de pele. Ela apresenta várias causas, podendo ter uma evolução progressiva, resolução espontânea ou controlada com tratamento médico.

Érica França chama a atenção para uma série de problemas de saúde decorrentes do uso do formol. Quando inalado, o produto pode causar irritação das vias respiratórias. Em contato com a pele pode haver irritação, queda de cabelo e, em alguns casos necrose. “Quanto maior a frequência e a quantidade do produto usada, maiores são os efeitos colaterais”, diz.

A adulteração de produtos cosméticos, com adição de formol, por exemplo, é considerado crime hediondo pelo Código Penal Brasileiro. “O estabelecimento que usar o produto indevidamente poderá arcar com multa de R$ 2 mil a R$ 1,5 milhões, além de o estabelecimento correr o risco de ser fechado”, afirma Érica. Segundo ela, o responsável pelo delito pode pegar pena de até 15 anos de prisão. 


 Referências:
1. Site do Jornal Estadão - www.estadao.com.br
2. Site http://assessoriavisagismoeestilo.blogspot.com.br

terça-feira, 2 de outubro de 2012

COMO OS COSMÉTICOS ORGÂNICOS PODEM AJUDAR SEU CABELO



Os produtos orgânicos estão em alta e podem deixar as suas madeixas mais bonitas. A onda de cosméticos para cabelos ecologicamente corretos invade as prateleiras. Xampus e condicionadores orgânicos, cremes de tratamento sem ingredientes sintéticos, produtos sem sal. Como escolher?

Como os cosméticos podem ser aliados:
“O xampu sem sal funciona, deixa o cabelo mais leve”, afirma Isabel. A dermatologista ressalta que ainda assim, ele pode não ser a salvação para as madeixas. Tudo depende do que o seu cabelo precisa. “Se você precisa de produtos com maior componente hidratante não é só o xampu com sal que deixará o seu cabelo bonito. É a somatória, também precisa usar hidratantes na ponta dos cabelos, usar máscaras com produtos naturais, como a babosa”. Vale também investir nos condicionadores que seguem essa linha.

Entre as adeptas dos produtos naturais há quem adote o sabão de coco para lavar os cabelos. “O coco é bom para o cabelo, mas o sabão de coco resseca. O ph do sabão tira a oleosidade. É bom para o couro cabeludo, mas não para o cabelo”, diz ela.

Os cuidados:
Na hora de comprar, veja se o produto está certificado por instituições como o Instituto Biodinâmico (IBD).  “Tem que ver se está dentro das normas de qualidade, sustentabilidade, se o produto é realmente um cosmético orgânico. E não só o produto em si, mas a embalagem também”.

E não é por ser orgânico que não causa reações alérgicas. “Os orgânicos não têm corantes, fragrâncias, que podem causar alergias, mas isso não o isenta de causar uma reação alérgica por causa de plantas, por exemplo”. 



Referências:

1. Link:
http://gnt.globo.com/beleza/dicas/Saiba-como-os-cosmeticos-organicos-podem-ajudar-o-seu-cabelo.shtml

segunda-feira, 16 de julho de 2012

FITOCOSMÉTICOS ORGÂNICOS LIVEALOE...AGORA EM SÃO PAULO

Vid’organica Comércio de Produtos Justos representa a Livealoe em São Paulo e trabalha somente com produtos socialmente responsáveis, sustentáveis que atuem à favor da preservação do nosso planeta.


Faça parte desse movimento em prol da saúde aliada a beleza e a consciência ecológica, leia os rótulos e consuma produtos saudáveis.


Mais informações, entre em contato e conheça nossa loja virtual:
Tel.Nextel (11) 77465179
vidorganica.sp@gmail.com

www.vidorganica.tanlup.com




Tranquilize-se, os produtos Livelaoe...


  • Livres de corantes sintéticos, derivados do petróleo (óleo mineral, vaselina, parafina, petrolatum);
  • Livres de triclosan, parabenos e sais de alumínio;
  • Sem adição de flúor e álcool;
  • Não danificam a camada de ozônio;
  • Não contém substâncias derivadas de animais e não são testados em animais;
  • As embalagens são biodegradáveis.





Referências:
1. Site Livelaoe: http://www.livealoe.com.br/
 2. Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 Fitocosméticos são cosméticos cujos princípios ativos são extratos integrais de vegetais, óleos vegetais ou mesmo partes do vegetal. Normalmente tendo como ponto de partida um fitoterápico. Têm como apelo e objetivo, fornecer produtos que não agridam o organismo. Utilizando matérias-primas da flora brasileira, que apresenta uma infinidade de plantas com as mais diversas finalidades terapêuticas.
Conceito
O termo fito vem do latim e significa planta. Portanto, fitocosmético é um produto que tem a função de conservar ou melhorar a aparência da pele ou dos cabelos utilizando-se, para isso, de derivados de plantas.

A HISTÓRIA DOS COSMÉTICOS


Vamos nos tornar conscientes das inúmeras substâncias tóxicas e cancerígenas que colocamos no nosso corpo todos os dias? Substâncias que são absorvidas pela pele, caem na corrente sanguínea e se espalham por todo o organismo.

Se prestarmos atenção e criarmos o hábito de LER RÓTULOS, veremos o bombardeio de substâncias nocivas que a indústria lança sobre nós: naquilo que comemos, naquilo que bebemos, naquilo que usamos no nosso corpo, no ar que respiramos... faz sentido os surtos de doenças do físico e da alma que vemos hoje em dia.

Vamos usar fitocosméticos orgânicos, produtos orgânicos, produtos saudáveis? Assista o vídeo abaixo e mude seus conceitos...


domingo, 15 de julho de 2012

O QUE É AGRICULTURA ORGÂNICA


Conheça o sistema de produção que tem por objetivo preservar a saúde do meio ambiente, a biodiversidade, os ciclos e as atividades biológicas do solo.

Agricultura orgânica é o sistema de produção que não usa fertilizantes sintéticos, agrotóxicos, reguladores de crescimento ou aditivos sintéticos para a alimentação animal. O manejo na agricultura orgânica valoriza o uso eficiente dos recursos naturais não renováveis, bem como o aproveitamento dos recursos naturais renováveis e dos processos biológicos alinhados à biodiversidade, ao meio-ambiente, ao desenvolvimento econômico e à qualidade de vida humana.


A agricultura orgânica enfatiza o uso e a prática de manejo sem o uso de fertilizantes sintéticos de alta solubilidade e agrotóxicos, além de reguladores de crescimento e aditivos sintéticos para a alimentação animal.

Esta prática agrícola preocupa-se com a saúde dos seres humanos, dos animais e das plantas, entendendo que seres humanos saudáveis são frutos de solos equilibrados e biologicamente ativos, adotando técnicas integradoras e apostando na diversidade de culturas. 

Para tanto, apóia-se em quatro fundamentos básicos:

- Respeito à natureza: reconhecimento da dependência de recursos naturais não renováveis; 

- A diversificação de culturas: leva ao desenvolvimento de inimigos naturais, sendo item chave para a obtenção de sustentabilidade; 

- O solo é um organismo vivo: o manejo do solo propicia oferta constante de matéria orgânica (adubos verdes, cobertura morta e composto orgânico), resultando em fertilidade do solo;  

- Independência dos sistemas de produção: ao substituir insumos tecnológicos e agroindustriais.


Referência:
1. Autor: Sebrae/NA (site: http://www.sebrae.com.br/uf/espirito-santo/areas-de-atuacao/agro/agricultura-organica/integra_bia/ident_unico/1211)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

LEIA OS RÓTULOS DOS PRODUTOS



Hoje existem muitas substâncias na formulação dos cosméticos que a gente quase não conhece, algumas têm nomes diferentes, estranhos e outras já ouvimos falar mas não prestamos muita atenção.O uso de cosméticos pode ser muito perigoso para a saúde se não prestarmos atenção na hora de escolher. Muitas substâncias fazem mal para o nosso organismo e podem até causar doenças graves. Embora os produtos passem por testes e fiscalização do Ministério da Saúde antes de irem para as prateleiras, há algumas recomendações que precisam ser seguidas.

A pele é o maior órgão do corpo humano. Apesar de nos preocuparmos muito mais com os alimentos que ingerimos, os produtos utilizados em nossa pele e cabelos muitas vezes penetram em nosso corpo da mesma forma que os alimentos ingeridos.

Vamos conhecer as principais substâncias maléficas para o nosso organismo:

CONSERVANTES
São compostos químicos adicionados à formulação com a finalidade de protegê-las contra o crescimento microbiano. Importante e necessário o seu uso, desde que observada a concentração e poder de irritação ou alergenicidade.

PARABENOS
Os parabenos constituem uma classe homóloga de ésteres do ácido p-hidroxibenzoico que é utilizada na forma pura ou combinada para exercer efeito antimicrobiano, sendo particularmente útil contra fungos, leveduras e bolores. Em cosméticos, o metilparabeno e o propilparabeno são freqüentemente os mais utilizados.
Segue a relação de diferentes tipos químicos de parabenos: metilparabeno, p-hidroxibenzoato, etilparabeno, propilparabeno, ácido p-hidroxibenzóico e butilparabeno.
Um dos maiores problemas relacionados aos parabenos é a sua vasta utilização. Como são utilizados em uma grande variedade de produtos cosméticos, alimentos e medicamentos, estima-se que o consumo diário de parabenos possa atingir valores na ordem de 77,5 mg/dia. Os parabenos, principalmente o metilparabeno, podem ser absorvidos na pele, sendo essa absorção facilitada pela presença do etanol e mentol. Os parabenos exercem efeitos citotóxicos e há estudos de possíveis efeitos carcinogênico e mutagênico.
O metilparabeno também é capaz de ativar a fosfoesterase específica do cAMP, produzindo redução do cAMP cortical, podendo agravar as situações de dermatite atópica em que o catabolismo do cAMP está acima do normal, além de produzir alterações nas propriedades elétricas de células neuronais e também potencializar a resposta humoral a outro aditivo utilizado como antioxidante em cosméticos, o BHT.
A exposição crônica a parabenos gera eritema, edema e descamação, observado por meio de análises histológicas inflamação dérmica e hiperqueratose.
O uso de parabenos em cosméticos foi associado a numerosos casos de sensibilização, confirmados pela realização de testes de contato. Observa-se ainda uma tendência ao aumento da incidência de processos de sensibilização com o aumento da idade.
Portanto, podemos perceber a importante necessidade de não utilizar este tipo de substância em qualquer produto. Cabe a cada consumidor selecionar o seu cosmético que irá ser aplicado até várias vezes ao dia em sua pele.

FORMALDEÍDO E LIBERADORES DE FORMALDEÍDO 
O histórico alergênico do formaldeído é conhecido a longa data. Seu uso em cosméticos é regulamentado ou voluntariamente restrito em muitos países.
Muitos conservantes são liberadores de formaldeído através de sua decomposição, que é dependente da temperatura e do pH da formulação, e suas utilizações cada vez mais comuns são tidas como causa de novas sensibilizações.
Segue a relação química de substâncias na classe de formaldeído ou liberadores de formaldeído: 2-bromo-2-nitropropano-1,3-diol, 5-bromo-5-nitro-1,3-dioxano, diazolidinil uréia, DMDM hidantoína, formaldeído, formiato de sódio, glicerol formal, imidazolidinil uréia e quatérnio-15. Pois muitas vezes estes nomes químicos estão presentes nos rótulos e não conhecemos a sua classificação, função e efeitos.
Os liberadores de formaldeído podem atuar como agentes sensibilizantes por si só, independentemente da formação do formaldeído.
O conservante denominado bromopol é considerado liberador de formaldeído e além disso liberador de nitrosaminas que são carcinogênicas.
Casos de dermatite alérgica de contato a quatérnio-15 são bastante conhecidas. Desde 1982 esse composto foi adicionado a séries-padrão de agentes alergênicos, como a série do Grupo Britânico de Dermatite de Contato. Seu emprego, mesmo em cremes com formulações consideradas suaves e indicadas para utilização em pele eczematosa, leva à sensibilização e manifestação de dermatite alérgica, tendo sido relatada piora das condições desses indivíduos após o uso de formulação contendo esse conservante.
Testes in vitro mostram que o formaldeído pode provocar a formação de ligações cruzadas entre DNA e proteínas, quebras de fita simples de DNA, aberrações cromossômicas, troca de cromátides irmãs e mutações genéticas em seres humanos e ratos.
O formaldeído, inicialmente classificado como provável carcinogênico em decorrência de achados laboratoriais, foi classificado em 2004 pelo Iarc como um agente carcinogênico para o homem, uma vez que foram considerados evidentes os efeitos lesivos ao homem quando exposto a essa substância.
Espera-se que esse ingrediente seja banido dos cosméticos, a exemplo do que ocorreu com os produtos saneantes, pois, além da recomendação de não se empregar compostos classificados como carcinogênicos, o uso desse agente deve ser evitado dada à alta toxicidade.

O primeiro passo para a conscientização é entender a composição dos ingredientes que compõe os alimentos ou cosméticos que estamos consumindo. Temos que ler com cuidado a descrição de cada ingrediente e toda vez que comprarmos um shampoo, condicionador, creme hidratante ou qualquer outro produto cosmético, nos atentar aos rótulos para saber o que estamos comprando de fato.  


VAMOS TER ATITUDES QUE FAÇAM BEM PARA A NOSSA SAÚDE E PARA O MEIO AMBIENTE.


Referências:
1. Retiradas do site www.livealoe.com.br
K. Douthwaite, "Preservatives. Friend or Foe?: the Use of Preservatives in Cosmetics Products is a Sensitive Issue", em Global Cosmetic Industry, março de 2000, disponível em http: //www.findarticles.com/cf_0/m0HLW/3_166/60520588/print.jhtml.
HARRIS, MARIA INÊS NOGUEIRA DE CAMARGO, Pele: Estrutura, Propriedades e Envelhecimento. Agentes Tóxicos, alergênicos e irritantes em produtos cosméticos. 3 ed. Revista e ampliada. Editora SENAC/SP, 2009.
2. Retiradas de resportagens da internet.

O PODER CURATIVO DA BABOSA




A babosa, podemos dizer que ela é uma das plantas curativas mais perfeitas que encontramos na Natureza. Basta dizer que dos 22 aminoácidos de que nosso organismo precisa, ela responde com 18. Sem exagero é uma completa farmácia, que Deus pôs gratuitamente à disposição das pessoas. Embora não seja propriamente um remédio... mais do que um remédio é um integrador alimentar. Ela fortalece o sistema imunológico enfraquecido. Noutras palavras, reforça as defesas naturais do organismo, que, ao longo dos anos, podem ir cedendo por fatores físicos (má alimentação, cigarros, bebidas) ou psíquicos (frustrações, fracassos), e cedendo às resistências, abre-se o caminho à instalação de doenças.

Então a babosa começa fazendo uma imensa varredura no organismo, limpando o sangue. E com o sangue limpo, tudo começa a funcionar bem. Mais ou menos como um carro, quando você lhe coloca combustível de boa qualidade. A maior sensação da babosa é a sua capacidade de curar o câncer. Muitos tipos de câncer: cérebro, pulmão, fígado, intestino, garganta, mama, útero, ovário, próstata, rins, pele, leucemia... Além do câncer, cura outras doenças também, como alergias, aftas, asma, anemia, cólicas, cãibras, artrose, queimaduras, insolação, doenças de pele, gangrena, diabetes, hemorróidas, furúnculos, feridas venéreas, infecção na bexiga e rins, reumatismo, insônia, icterícia, lepra, dor de ouvido, cabeça, fígado e estômago, picada de insetos, próstata, úlceras gástricas, varizes, verrugas e vermes. Como vê é uma farmácia completa.

A babosa não tem contra-indicações. Sua múltipla ação como fungicida, bactericida, laxante, diurético, só pode beneficiar o organismo. Só pode restaurá-lo. Não destrói nada, ao contrário, repões o que lhe falta.

Referências:
1. Retirado do site: www.livealoe.com.br
Fonte: Núcleo Alquímico de Atendimento ao Ser